SP: estátuas “suicidas” de artista britânico chamam atenção

Não se assuste (muito) se você se deparar com um vulto na beira de algum prédio de São Paulo, dando a impressão que está prestes a pular. Pode ser somente parte da exposição individual Corpos Presentes, do artista plástico britânico Antony Gormley, que espalhou 31 estátuas nos topos dos edifícios paulistanos.
Após passarem por Londres e Nova York, as esculturas poderão ser conferidas na região central na cidade. Para elaborar as estátuas, Gormley costuma usar o próprio corpo como molde, o que justifica a confusão dos transeuntes.
A obra do britânico ganha, pela primeira vez, uma exposição na América do Sul.Corpos Presentes mostra os grandes temas do artista – o corpo como espaço e o espaço como objeto – e conta com importantes instalações, além de modelos, maquetes, gravuras, fotografias e vídeos. A programação reserva um encontro com o Gormley sobre seu processo criativo no sábado (12). A exposição ainda passa por Rio de Janeiro e Brasília até 15 de julho.
18 de Maio – Dia Mundial dos Museus
No dia 18 de maio é comemorado o Dia Mundial do Museu. A data foi instituída pelo Comitê Internacional de Museus (ICOM) com o objetivo de chamar a atenção da sociedade e do público para a importância dos museus. Afinal, são os museus os responsáveis por preservar a história e a cultura da humanidade. Através dos anos, preservam os objetos que foram utilizados, inventados ou descobertos pelo homem ao longo de sua existência histórica.
Visitar um museu é, portanto, voltar no tempo, aprender nossa história e valorizar o conhecimento humano!
http://www.museus.gov.br/
Exposição de Andy Warhol traz fotos de muitos famosos
O lado glamouroso e o lado pop presentes nas obras de Andy Warhol (1928-1987) podem ser conferidos em algumas imagens feitas pelo próprio artista americano por meio de uma máquina Polaroide.

Em cartaz no MIS, a individual reúne cerca de 300 fotografias, selecionadas pelo curador Diógenes Moura.
Entre os destaques, há a conhecida imagem da cantora “Liza Minnelli”, de 1977.
Marca presença também o retrato de uma drag queen, que segundo Moura é um ícone na vida e na obra de Warhol.
Ainda integram a mostra imagens mais experimentais.

“Nenhum fotógrafo na época seria capaz de cortar o rosto do personagem que está no segundo plano. É uma fotografia com fluxo horizontal”, comenta o curador.
Museu da Imagem e do Som (MIS) – av. Europa, 158, Jardim Europa, zona oeste, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/2117-4777.Andy Warhol Superficie Polaroides (1969-1986) – 4/5 a 24/6. Ter. a sex.: 12h às 22h; sáb., dom. e feriados: 11h às 21h. Sáb. (5): fecha às 23h. Ingr.: R$ 4.
Com US$ 120 milhões, quadro ‘O Grito’ quebra recorde em leilão
Obra de Edvard Munch foi leiloada nesta quarta-feira (2), em Nova York.
Valor supera os US$ 106 milhões de quadro de Picasso em leilão de 2010.
Com US$ 119,9 milhões, a obra “O Grito”, de Edvard Munch (1863-1944), tornou-se a pintura mais cara da história a ser vendida em um leilão, nesta quarta-feira (2), caso se cumpram as previsões de que o quadro arrecade até 150 milhões de dólares.

Em um texto publicado em seu perfil no Facebook, a Sotheby’s – casa onde aconteceu o leilão, em Nova York – conta que houve uma “disputa” pela compra do quadro. “Sete candidatos lutaram por mais de 12 minutos antes de o martelo descer e estabelecer o novo recorde mundial”, diz a nota.
Antes do leilão, estimava-se que a pintura, uma das quatro versões produzidas pelo artista escandinavo e a única de propriedade privada, pudesse alcançar US$ 80 milhões.
Embora não tenha atingido as previsões mais otimistas, que batiam na casa dos US$ 150 milhões, “O Grito” chegou a valor suficiente para se colocar à frente do quadro “Nu, folhas verdes e busto”, de Pablo Picasso, vendido por 106,5 milhões de dólares em 2010.
Antes do leilão, a Sotheby’s foi longe para proteger a pintura. Ela ficou sob vigilância 24 horas por dia na sede da instituição, em Nova York, onde fica abrigada em uma minigaleria especialmente construída para isso, atrás de cercas elétricas.
Duas das quatro telas “O Grito” foram roubadas de museus, em 1994 e 2004, mas ambas foram recuperadas depois. O proprietário do exemplar vendido nesta quarta era Petter Olsen, cujo pai foi amigo e vizinho de Munch. Ele afirmou que, com o dinheiro conseguido com essa sua versão, de 1895, planeja fundar um museu.
Antes da venda, a Sotheby’s disse ter feito as estimativas de modo intuitivo.”Parece que US$ 100 milhões pode funcionar como uma barreira”, disse David Norman, copresidente na instituição para arte moderna e impressionista.
Londres terá a maior mostra do anatomista Da Vinci
Exposição faz parte da celebração dos 60 anos de trono da rainha Elizabeth II, o chamado Jubileu de Diamantes, e fica em cartaz até 7 de outubro

Uma coleção de desenhos do mestre renascentista Leonardo da Vinci, 24 deles inéditos, será apresentada a partir de sexta-feira na Queen’s Gallery, próxima ao Palácio de Buckingham, em Londres. Leonardo da Vinci: Anatomista será a maior exposição já realizada dos trabalhos anatômicos de Da Vinci. Além dos desenhos desconhecidos do público, serão apresentadas 87 páginas de seus cadernos. A mostra, que faz parte da celebração dos 60 anos de trono da rainha Elizabeth II, o chamado Jubileu de Diamantes, fica em cartaz até 7 de outubro.
As obras de Da Vinci (1452-1519) retratam com detalhes órgãos como o cérebro e o coração, a estrutura músculo-esquelético das quatro extremidades humanas (as mãos e os pés), a dissecação de um crânio e o sistema reprodutor. Entre as imagens mais famosas que irão para Londres, está a figura O Feto no Útero (1512), um retrato com giz vermelho de um útero durante a gravidez.
“Leonardo da Vinci é geralmente reconhecido apenas como um pintor interessado por ciência, mas, a partir desses desenhos, compreendemos que ele também era um bom cientista”, diz Martin Clayton, curador da exposição. Segundo o especialista, os desenhos de anatomia do corpo humano são “os mais detalhados e precisos” de todo o Renascimento e comprovam o interesse do artista italiano pela medicina, paixão que evoluiu ao longo de sua carreira, como se percebe nas notas manuscritas de cada peça.
Muitos desenhos, aliás, são fruto de uma pesquisa realizada por Da Vinci na Faculdade de Medicina da Universidade de Pavia (Itália), onde fez uma série de autópsias de pessoas e de animais. “Se os resultados desses estudos tivessem sido publicados, teriam se transformado no trabalho mais influente da história sobre o corpo humano. Alguns de seus descobrimentos sustentam teses que seriam confirmadas centenas de anos mais tarde”, afirma Clayton.
Com a morte de Da Vinci, sua coleção de trabalhos anatômicos passou para as mãos de seu aprendiz favorito, Francesco Melzi, que por sua vez a entregou ao escultor Pompeo Leoni. Após a morte de Leoni, no século XVII, um único álbum com os desenhos de Da Vinci chegou à Inglaterra, onde foi provavelmente adquirido pelo rei Carlos II, já que os desenhos fazem parte da Coleção Real do Palácio de Buckingham desde 1690.
(Com agência EFE)
A Queen’s Gallery está situada nos jardins do Palácio de Buckingham / Londres
fica em cartaz até 7 de outubro.
Arte no Brasil: Uma História na Pinacoteca de São Paulo
A exposição de longa duração, que ocupa todo o 2º andar do museu, reúne cerca de 500 obras de seu acervo. São
pinturas, esculturas, gravuras, fotografias e desenhos feitos desde o período colonial. Além de salas temáticas, como ‘Os Artistas Viajantes’ e ‘Os gêneros de pintura’, há espaços como a chamada ‘Sala de Interpretação’. Nela, o público pode testar suas aptidões de ‘curador’, manuseando objetos do cotidiano e organizando uma ‘coleção’ própria, e registrar, em uma cabine com câmera, suas memórias (recentes ou antigas) sobre a Pinacoteca.ARTISTA: Diversos
Luz 2,
TELEFONE: 011 33241000
HORÁRIO : 10h/18h (fecha 2ª)Túnel de Livros
Matej Kren criou esta incrível escultura para a Biblioteca Municipal de Praga. O artista instalou esta torre de livros, chamada Idiom, que utiliza espelhos para criar a ilusão de que você está olhando para um túnel infinito de livros.
A biblioteca fica perto da praça Velha, importante ponto turístico da capital.
Sob a forma de constelações, 30ª Bienal de SP anuncia tema e artistas

Os organizadores da Bienal de São Paulo anunciaram os detalhes sobre o evento deste ano. A Iminência das Poéticas será o tema de sua 30ª edição, que acontece de 7 de setembro a 9 de dezembro.
De acordo com o curador, o venezuelano Luis Pérez-Oramas, a Bienal será dividida em “constelações” de obras e artistas que conversam entre si. Dentro das constelações, haverá quatro zonas curatoriais (Sobrevivências, Alterformas, Derivas e Vozes) e uma zona transversal (Reverso), como forma de articular os componentes expositivos do quadro geral da mostra.
Pérez-Oramas ainda afirma que esta é “a Bienal da percepção da imagem”, ao citar o ponto central da reflexão proposta, que ele classifica como “iminências”: “o que está a ponto de acontecer, a palavra na ponta da língua, o silêncio imprevisto que antecede a decisão de falar ou de não falar, a arte como estratégia discursiva e a poética em sua pluralidade e multiplicidade”.
A conectividade entre as obras sugere a experiência e o questionamento, mas sem deixar que o artista e as composições fiquem ilhados. “Saber viver é respeitar o que não conhecemos”, disse o venezuelano ao comentar que os participantes da Bienal não estão representando um tema ou um mundo, mas estão por eles próprios, por suas obras e investigações.
Quanto ao projeto educativo, introduzido à Bienal desde a sua 2ª edição, em 1953, a curadora Stela Barbieri explicou que serão desenvolvidas ações durante todo o ano. Formado por uma equipe de artistas, educadores e pesquisadores, o Educativo Bienal propõe desenvolver iniciativas, cursos e oficinas que provoquem reflexão sobre o tema da mostra, assim como sobre a vida e a arte contemporânea em suas diversas manifestações.
Outra novidade é a maneira como foi desenvolvida a identidade visual do evento deste ano. Pela primeira vez foi criado um workshop aberto a participantes selecionados e designers convidados, que criaram trinta cartazes baseados na ideia de constelação, ponto central do projeto curatorial.
Entre os artistas que irão compor a mostra, estão estrangeiros e brasileiros, que totalizam 110 nomes. Segundo Heitor Martins, presidente da fundação Bienal, o número de representantes brasileiros (23), é pequeno, pois houve uma redução no total de participantes, se comparado com outras edições. Na safra nacional estão artistas como Arthur Bispo do Rosário, Alberto Bitar e Eduardo Berliner, entre outros.
30ª edição, abre dia 7 de setembro no parque Ibirapuera
CENTENÁRIO DE MAZZAROPI
03 a 15 de abril de 2012
A Cinemateca Brasileira festeja neste mês o centenário de nascimento de Amácio Mazzaropi (09 de abril de 1912 – 13 de junho de 1981). Intérprete de uma das personagens mais famosas do cinema brasileiro, o Jeca, Mazzaropi lançou-se nas telas no início dos anos 1950, na comédia Sai da frente, produzida pelos estúdios da Vera Cruz em São Paulo, e dirigida pelo cineasta e dramaturgo Abílio Pereira de Almeida.
Sempre encarnando tipos populares – do motorista de caminhão ao malandro Pedro Malazartes, passando por engraxate, cangaceiro, torcedor fanático ou pai de família conservador – foi como o caipira do interior paulista que Mazzaropi eternizou-se no imaginário brasileiro.
Objeto de curiosidade para críticos como Paulo Emilio Salles Gomes, e motivo de saudação para outros, como Jairo Ferreira, que chegou a comparar a importância de sua personagem a de Zé do Caixão e Antônio das Mortes, criações de José Mojica Marins e Glauber Rocha, Mazzaropi arrebatou o público em comédias que dialogavam com os espetáculos populares que desde a infância o encantavam, como o circo-teatro e a música caipira, e em filmes que tratavam de problemas concretos para suas plateias – o conflito entre o caipira e a cidade, questões agrárias e raciais, modernização e atraso, cangaço, mudanças de comportamento, etc.
Em alguns momentos, também recorreu aos expedientes da paródia, satirizando gêneros narrativos como o policial e o western, numa estratégia semelhante a das chanchadas da Atlântida. Depois de obter sucesso protagonizando filmes pela Vera Cruz, pela Cinedistri, entre outras empresas, montou sua própria produtora em 1958, a PAM Filmes (Produções Amácio Mazzaropi), e instalou na cidade de Taubaté, antigo reduto de sua família, um estúdio de proporções industriais – ao menos para o contexto brasileiro da época.
Além disso, também assumiu a distribuição de suas fitas e organizou uma estratégia eficiente de fiscalização das bilheterias.A homenagem organizada pela Cinemateca reúne algumas das principais obras estreladas por Mazzaropi, como o “road movie” cômico Sai da frente (1952), Nadando em dinheiro (1952) e Candinho (1953) – produções da Vera Cruz. Além delas, os filmes O gato de madame (1956), Chofer de praça (1958), Jeca Tatu (1959), As aventuras de Pedro Malazartes (1960), e Um caipira em Bariloche (1973), títulos em sua maioria realizados pela PAM Filmes.
O grande destaque da homenagem fica por conta da seção MAZZAROPI RESTAURADO, programa reunindo quatro clássicos da filmografia do comediante em cópias restauradas pela Cinemateca, com patrocínio da Petrobras – Zé do Periquito (1961), O lamparina (1963), O corintiano (1966) e O puritano da Rua Augusta (1966).
Enquanto O corintiano retrata o fanatismo de um torcedor de futebol capaz das maiores loucuras para torcer por seu time do coração, O puritano da Rua Augusta, dirigido pelo próprio Mazzaropi, pega embalo no surgimento da Jovem Guarda, mostrando um pai de família conservador que tem dificuldade em lidar com os filhos, fãs do rock.
Já O Lamparina, de Glauco Mirko Laurelli, cineasta e montador do clássico São Paulo S.A., de Luiz Sérgio Person, parodia os filmes de cangaço.
Na mesma época em que as produções do Cinema Novo como Vidas secas (1963), de Nelson Pereira dos Santos, e Deus e o diabo na terra do sol (1964), de Glauber Rocha, rodavam o mundo em festivais internacionais, Mazzaropi se divertia com o imaginário do gênero. Fecha o programa a comédia Zé do Periquito (1961), de Milton Amaral e Ismar Porto, cuja versão restaurada ainda não foi exibida em São Paulo.
CINEMATECA BRASILEIRALargo Senador Raul Cardoso, 207
(11) 3512-6111
R$ 8,00 (inteira) / R$ 4,00 (meia-entrada)
Maiores de 60 anos e estudantes do Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas têm direito à entrada gratuita mediante a apresentação de documento.
PROGRAMAÇÃO 03.04 | TERÇA SALA CINEMATECA BNDES
18h30 O PURITANO DA RUA AUGUSTA
20h30 O CORINTIANO
04.04 | QUARTA SALA CINEMATECA PETROBRAS
18h30 SAI DA FRENTE
20h30 NADANDO EM DINHEIRO
05.04 | QUINTA SALA CINEMATECA PETROBRAS
19h00 CANDINHO
21h00 O GATO DE MADAME
06.04 | SEXTA SALA CINEMATECA BNDES
16h30 CHOFER DE PRAÇA18h30 JECA TATU
07.04 | SÁBADO SALA CINEMATECA PETROBRAS
16h00 AS AVENTURAS DE PEDRO MALAZARTES
19h00 O CORINTIANO
21h00 O PURITANO DA RUA AUGUSTA
08.04 | DOMINGO SALA CINEMATECA PETROBRAS
16h30 O LAMPARINA18h30 ZÉ DO PERIQUITO
20h30 UM CAIPIRA EM BARILOCHE
10.04 | TERÇA SALA CINEMATECA PETROBRAS
19h00 O GATO DE MADAME21h00 O LAMPARINA
11.04 | QUARTA SALA CINEMATECA PETROBRAS
18h30 UM CAIPIRA EM BARILOCHE 12.04 | QUINTA
SALA CINEMATECA PETROBRAS
18h30 JECA TATU
20h30 AS AVENTURAS DE PEDRO MALAZARTES
13.04 | SEXTA
SALA CINEMATECA PETROBRAS
18h30 SAI DA FRENTE
20h30 ZÉ DO PERIQUITO
14.04 | SÁBADO SALA CINEMATECA PETROBRAS
19h00 CHOFER DE PRAÇA21h00 CANDINHO
15.04 | DOMINGO SALA CINEMATECA PETROBRAS
18h00 NADANDO EM DINHEIRO
20h00 SAI DA FRENTE
EXPOSIÇÕES CELEBRAM OS 90 ANOS DA SEMANA DE ARTE MODERNA
PALÁCIO DOS BANDEIRANTES EXIBE OBRAS DE ANITA MALFATTI, TARSILA DO AMARAL E VICTOR BRECHERET

No ano em que se completam 90 anos da Semana de Arte Moderna, a cidade de São Paulo reúne eventos para comemorar a data. Entre 03 de abril e 29 de julho, o Palácio dos Bandeirantes recebe a exposição 90 anos depois – A Semana de Arte Moderna, com 80 obras do Acervo Artístico Cultural, órgão vinculado à Secretaria da Casa Civil.
Quem passa pela mostra encontra obras de artistas como Pedro Alexandrino, Eliseu Visconti, Vitor Brecheret, John Graz, Rego Monteiro, Di Cavalcanti, Antonio Gomide, Ernesto De Fiori, Francisco Rebolo, Antonio Rocco, Benedicto Calixto, Bonadei, Mário Zanini, Pennacchi, Pancetti, Volpi, Bruno Giorgi, Cícero Dias, Clóvis Graciano, Flávio de Carvalho, Guignard, Ismael Nery e Lívio Abramo. Entre os destaques estão o quadro A Ventania (1915), de Anita Malfatti, e Operários (1933), de Tarsila do Amaral.
Para conhecer mais sobre os artistas que participaram da Semana de 22 e influenciaram o Modernismo, vale o passeio na Pinacoteca para ver a mostra O Nu Além das Academias, até 1º de julho, que traz obras de Victor Brecheret, Di Cavalcanti e Anita Malfatti. Os três artistas também aparecem no Museu de Arte Contemporânea, até 29 de julho, com a mostra especialModernismos no Brasil. No Museu Lasar Segall, a mostra Lasar Segall Processos exibe, até 14 de outubro, toda trajetória do artista que é um dos responsáveis pelo movimento de ruptura com a arte tradicional.
Neste ano, as comemorações dos 90 anos da Semana de Arte Moderna passaram também pelo Theatro Municipal com concertos e espetáculos de dança.
O que é a Semana de Arte Moderna de 1922?
A Semana de Arte Moderna aconteceu nos dias 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922, no Theatro Municipal de São Paulo. O período é famoso por romper com os padrões acadêmicos da arte tradicional em uma semana de manifestações artísticas que foi além da pintura, passando pela música e poesia. Participaram da semana nomes como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Heitor Villa-Lobos e Di Cavalcanti.
Mariana Morais redator(a) -Guia da Semana
BUSCA
IR PARA O SITE
FACEBOOK | TWITTER
Categorias
- ablet
- andy warhol
- app's
- Arte Moderna
- Bienal
- Casa Tomada
- CCBB
- Cinemateca
- De Olho no Mercado das Artes…
- Em cartaz…
- estaçao pinacoteca
- Expressão…
- Grand Palais
- Instituto Moreira Salles
- Loise Bourgeois
- MAC
- MAC-USP
- MAM
- Maria Antonia
- MASP
- MIS
- modernismo
- moma
- Museu Afro
- museu da lingua portuguesa
- museu lasar segall
- Orlando Azevedo
- paço das artes
- Performance
- Picasso
- Pinacoteca
- portinari
- POVERA
- Premio de arte japonês
- Sem categoria
- Thomaz Farkas
- USP
Arquivos
- maio 2012 (5)
- abril 2012 (8)
- março 2012 (9)
- fevereiro 2012 (9)
- janeiro 2012 (2)
- dezembro 2011 (1)
- novembro 2011 (3)
- outubro 2011 (4)
- setembro 2011 (1)
- agosto 2011 (3)
- julho 2011 (3)
- junho 2011 (7)
- maio 2011 (7)
- abril 2011 (7)
- março 2011 (6)
- fevereiro 2011 (11)
- janeiro 2011 (6)
- dezembro 2010 (6)
- novembro 2010 (7)
- outubro 2010 (9)
- setembro 2010 (19)
- agosto 2010 (8)
- julho 2010 (8)
- junho 2010 (16)
- maio 2010 (17)
- abril 2010 (5)
- janeiro 2010 (1)
- dezembro 2009 (3)
- novembro 2009 (15)
- outubro 2009 (22)
- setembro 2009 (4)


