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Exposição revive o Salão de Belas Artes, em São Paulo

 

A escultura Daisy, de Brecheret

Mais de 60 obras do Acervo dos Palácios de artistas que participaram dos Salões Paulistas de Belas Artes, entre os anos de 1934 a 2003, estarão expostas no Palácio dos Bandeirantes. Elas fazem parte da mostra “Um Percurso, Uma História – O Salão Paulista de Belas Artes”, que vai até o dia 15 de novembro de 2010.

Entre as obras expostas estão as de artistas como César Anderáos, Tarsila do Amaral, Aldo Bonadei, Ernesto De Fiori, Luis Morroni, Anita Malfatti, Oscar Pereira da Silva, Rebolo, Alfredo Volpi, Victor Brecheret, Antonio Rocco, Ângelo Simeone, Pacheco Ferraz, Colette Pujol, Oswaldo Teixeira, Levino Fanzeres, Dakir Pareiras, K.Takahashi, Emídio Carvalho e Oscar Campiglia.

A mostra, que também tem como curadora Ana Cristina Carvalho, do Acervo dos Palácios, traz uma reflexão sobre as formas de incentivo às artes praticada pelo Governo do Estado entre as décadas de 1930 e 2000, com alguns períodos de interrupção e discussão dessa forma de investimento público. “A proposta é contar a historia dos Salões e mostrar a sua importância no cenário das artes no período dos anos de 1930 à década de 1970, quando também outros salões apareceram no contexto das artes projetando as novas gerações de dos artistas”. Muitos dos artistas atualmente reconhecidos participaram desses salões.

O Salão Paulista de Belas Artes foi um evento artístico criado em novembro de 1933 pelo decreto estadual nº 6 111, assinado pelo interventor federal em São Paulo Armando de Sales Oliveira. O regulamento foi elaborado pelo Conselho de Orientação Artística do Estado.

Obra Operarios de Tarsila do Amaral exposta na mostra.

 

SERVIÇO
Palácio dos Bandeirantes
Av. Morumbi, 4500, Portão 2, Morumbi | São Paulo
Aberto ao público até 15 de Novembro de 2010, das 10 às 17 horas, de terça a domingo.
Grátis

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segunda-feira, setembro 6th, 2010 Brasil, Em cartaz..., Esculturas, Pinturas, São Paulo Nenhum Comentário

Guignard e o Oriente: China, Japão e Minas

Guignard e o Oriente

Pintor das festas de São João, das cenas bíblicas e dos panoramas bucólicos de Minas Gerais, o modernista Alberto da Veiga Guignard (1896-1962) ganha uma leitura inusitada e ainda pouco explorada de sua produção. Guignard e o Oriente: China, Japão e Minas, estreou no Instituto Tomie Ohtake no dia 24 de Junho e seguirá até 29 de Agosto de 2010, busca traçar relações entre a arte oriental e o artista fluminense radicado em terras mineiras nas duas últimas décadas de vida. Para tanto, os curadores Paulo Herkenhoff e Priscila Cunha reuniram cerca de 100 obras, sendo 45 telas e desenhos de Guignard. O restante compõe-se de gravuras japonesas, móveis, objetos e pinturas do chinês Zhang Daqian (1899-1983), que viveu um período em São Paulo nos anos 50.

A China é o país “do lado de lá” mais absorvido pelo brasileiro. “Guignard assimilou muito bem a questão da estruturação de espaço. Nas paisagens de rolos chineses não há uso do ponto de fuga, como se costuma fazer no Ocidente”, diz Herkenhoff. “Por isso, a partir de certo momento da carreira, Guignard começa a abolir as perspectivas e profundidades, e as fi guras na tela parecem suspensas numa atmosfera vaporosa.” Durante as andanças por Minas Gerais, ele ainda entrou em contato com igrejas, painéis e portais adornados com ideogramas, além de esculturas barrocas de santas de penteados orientais. Do Japão, as referências são, sobretudo, as gravuras ‘ukiyo-e’ (pintura do mundo fl utuante, em português), devido às combinações cromáticas luminosas. “Esses trabalhos também fascinaram Van Gogh, Gauguin, Monet e outros mestres europeus”, explica Herkenhoff. 

SERVIÇO
Instituto Tomie Ohteke, São Paulo
Quando: De 24/06 à 29/08. Grátis. (Sex, Sáb, Dom, Ter, Qua e Qui) das 11hs às 20hs. Acontece também nos feriados.
Endereço: Rua Dos Cororés, 88
Tel: (11) 2245-1900
  


 

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AGUILAR 50 anos

Quando tinha 22 anos, o artista José Roberto Aguilar participou da 7.ª Bienal de São Paulo, em 1963, com quadros coloridos e de cores vibrantes, nos quais figuras se conectam nas composições, como seres híbridos da natureza. “Era o auge do abstracionismo e causou certo rebuliço essa espécie de realismo fantástico que eu estava fazendo”, diz Aguilar, hoje, aos 69 anos. Ele ia todos os dias à Bienal acompanhar o que as pessoas achavam de suas obras e agora são as três pinturas que ele exibiu no evento, na década de 1960, que abrem o percurso cronológico de “Aguilar 50 Anos”, retrospectiva do artista aberta hoje ao público, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de São Paulo.

Pintor, videomaker, performer, escultor, escritor, músico e curador, Aguilar já fez um pouco de tudo – criou, até mesmo, na década de 1980, a Banda Performática (com Arnaldo Antunes, Paulo Miklos, entre outros). Mas, antes de qualquer coisa, considera que todas as suas criações nasceram da pintura. “Até a literatura que escrevo é do pictórico”, diz o artista – e, sendo assim, são os quadros que se tornam o fio condutor de sua retrospectiva.

AguilarPor todos os andares do CCBB, há mais de 75 pinturas, de tamanhos variados e compreendendo sua carreira da década de 1960 até hoje – no hall central do prédio, ainda, a instalação “Vestidos de Noiva” é uma composição de 15 quadros pendurados, todos eles feitos de composição com as roupas prensadas em plástico e pintadas com cores diversas. “É como estar surfando: a gente só se enxerga com o olhar dos outros”, afirma Aguilar sobre essa oportunidade de ver sua carreira exibida e condensada na mostra. “É horrível fazer uma retrospectiva. Fiz um distanciamento e comecei a ver as pinturas como se não fossem minhas”, diz Aguilar. Segundo ele, a exposição é, na verdade, um ”trailer” para um grande livro que a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo vai lançar no segundo semestre sobre sua carreira.

A retrospectiva de Aguilar é uma mostra cronológica e didática. O artista, que cursava economia, mas participava, desde 1958, do movimento Kaos de literatura e começou a pintar na década de 1960, sempre foi um experimentador. Seu ateliê na Rua Frei Caneca, 348, era, na época, polo de reunião de comunistas e de gente da direita, mas, antes de tudo, espaço para a criação.

 

Serviço:
Centro Cultural Banco do Brasi: Rua Álvares Penteado, 112.
Tel. (011) 3113-3651.
De Terça a Domingo das 10h às 20h. Até o dia 17 de Julho.

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PICASSO no Metropolitan em NYC

Obra de Picasso

 

O Metropolitan de Nova York abriu uma enorme exposição do espanhol e prova que, mesmo no caso de um artista tão famoso, há coisas novas a revelar. A exposição ficará aberta até 1º de agosto de 2010 com 34 pinturas, 58 desenhos e aquarelas, dez placas de cerâmica e duas esculturas, além de centenas de prints.

Não é a maior já feita sobre Picasso, nem inclui as telas que demarcam o início e o fim dos trinta anos considerados os mais geniais de sua carreira – Les Demoiselles d’Avignon, de 1907, e Guernica, de 1937. A mostra reúne só as obras que pertencem ao acervo do Met, daí o nome da exposição – Pablo Picasso no Metropolitan Museum of Art.

Nesse painel de sete décadas altamente produtivas, pode-se constatar a voracidade com que Picasso transitou pelas influências de outros pintores, absorvendo velozmente o que queria e descartando o que não queria, um canibalismo estético que nenhum outro pintor praticou tão intensamente.  [veja.com]

site do museu: http://www.metmuseum.org/special

 

 

 

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domingo, maio 23rd, 2010 Nova York, Sem categoria Nenhum Comentário

SP ARTE 2010 – VIDEOS!!

Vale a pena conferir os três videos abaixo!!
Eles mostram o que rolou na sexta edição da SP ARTE em São Paulo, evento que já é consagrado como a maior feira comercial de artes plásticas da América Latina.

Check it out…

1-) Neste o jornalista Paulo Varella entrevista o marchand Sergio Caribé:

 

2-) A JP ON LINE esteve por lá também e entrevistou Felipe Feitosa, organizador do evento, Sergio Caribé e o colecionador de arte Pedro Mastrobuono…

Acesse o link:

 JP ON LINE | GALERIA SERGIO CARIBÉ | SP ARTE 2010

  

3-) Neste segundo video a JP ON LINE entrevistou outras Galerias, nacionais e Internacionais, e artistas plásticos…

Acesse o link:

JP ON LINE | SP ARTE 2010

Se você perdeu a feira, não deixe de se programar para a SP ARTE 2011 que acontecerá também no Pavilhão da Bienal em São Paulo entre os dias 12 e 15 de Maio.

Até lá….

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ABERTURA SP ARTE 2010

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SP Arte 2010

SP arte 2009A SP-ARTE – Feira Internacional de Arte de São Paulo – comemorará sua sexta edição com a participação de 80 galerias de arte moderna e contemporânea e vários convidados do exterior, curadores de coleções particulares e museus como Tate Modern (Inglaterra), Malmö Konsthall (Suécia), Museo Universitario Arte Contemporáneo – MUAC (México), Museo de Arte de Lima – MALI (Peru) e Museo de Arte Conteporáneo de Castilla y León – MUSAC (Espanha).

De 29 de abril a 2 de maio de 2010, o Pavilhão da Bienal transformar-se-á no maior encontro das artes plásticas na América Latina, reunindo as mais importantes galerias do Brasil e também de países convidados, como a Argentina, Uruguai, México, Estados Unidos, Espanha, França e Inglaterra. Uma oportunidade para uma rica experiência com a arte contemporânea e com a notável qualidade de mais de 1.500 obras de artistas renomados e jovens talentos.

Em sua participação nesta edição, a Galeria Sérgio Caribé, abriga em seu stand novos artistas-parceiros: Aline Sancovsky, Dias Sardenberg, Marco Magalhães e o fotógrafo Fabrizio Fasano Jr.

Para maiores informações entre no nosso site:
www.galeriasergiocaribe.com.br
Serviço:
Fundação Bienal de São Paulo
Parque Ibirapuera, piso térreo, portão 3
04098-900 – São Paulo – SP – Brasil
T [11] 5574 5922Dias:
29 e 30 de Abril de 2010 – das 14 às 22 horas
1 e 2 de Maio de 2010 – das 12 às 21 horas
Ingresso R$ 25,00 Meia entrada R$ 12,00 para estudantes, mediante apresentação de carteira apropriada, e para maiores de 60 anos.
http://www.sp-arte.com

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segunda-feira, abril 26th, 2010 Brasil, Gravuras, Pinturas, São Paulo Nenhum Comentário

Ayao Okamoto e sua memória suspensa na Caixa, em Brasília

Ocultamentos, transparencias e sobreposicoes marcam a pintura do artista

A CAIXA Cultural Brasília recebe Ayao Okamoto, um dos maiores representantes da nova pintura nipo-brasileira. Com curadoria de Luiz Carlos Caribé, a mostra, que é patrocinada pela Caixa Econômica Federal, objetiva divulgar as obras de Okamoto junto ao grande público nas capitais brasileiras. Ocultamentos, transparências e sobreposições marcam a pintura do artista de ascendência japonesa. Ayao Okamoto cola em suas telas várias camadas de papel previamente desenhadas até que se transformem no próprio elemento. Suas obras são um resgate do caráter eminentemente gráfico e bidimensional predominante na arte japonesa de meados do século XIX. A ação do papel em seus trabalhos é mais uma forma de pintar, compõe e é composto, assim como numa sinfonia de graves e agudos. A exposição apresenta trabalhos que à primeira vista podem parecer estranhos ao percurso do artista, que há décadas faz da pintura o meio privilegiado para a sua criação.

Ayao Okamoto nasceu em Assai/PR, em 1953, filho de imigrantes japoneses. Radicado em São Paulo, começou a desenhar ainda criança. Por volta dos 10 anos de idade ganhou prêmio num concurso de desenho na Biblioteca Municipal Mário de Andrade. Durante sua adolescência, trabalhou na produção do primeiro longa-metragem colorido de animação feito no Brasil, “Piconzé”, de 1968, do diretor Ypê Nakashima. Em 1976 iniciou a graduação em artes, na Fundação Armando Álvares Penteado. Lá teve contato com os professores artistas: Nelson Lerner, Regina Silveira, Evandro Carlos Jardim, Julio Plaza, Tomoshige Kusuno, Mario Ishikawa, Antonio Carelli, Donato Ferrari, Walter Zanini, Ubirajara Ribeiro, entre outros. Começou a participar ativamente dos principais salões de arte brasileiros ainda estudante da FAAP, no final dos anos 70. Ganhou vários prêmios, entre eles de viagem a Paris e Tóquio. Tem obras nos principais acervos públicos, Metrô, Museu de Arte Contemporânea da Usp, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Masp, Banespa, Museu Salvador Allende, Museu de Arte Contemporânea de Ribeirão Preto, Embaixada do Brasil-Paris, Museu Kawasaki-Japão, Museu da Cidade de Kobe no Japão, entre outros.

 

SERVIÇO – Exposição “Memória Suspensa”, de Ayao Okamoto
CAIXA Cultural Brasília – Galeria Piccola II | SBS Qd 4 lote 3/4, anexo do edifício Matriz da CAIXA | Tel.: (61) 3206-9448 | Terça-feira a domingo, das 09h às 21h.
Até o dia 29 de novembro de 2009.

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sexta-feira, novembro 13th, 2009 Brasília, Em cartaz..., Pinturas Nenhum Comentário

Fernanda Meirelles vem ao Brasil e mostra “Sentimento e Intensidade”

Friendship II, 175 x 275cm, 2007 2009

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nesta terça-feira, dia 27 de outubro, a Galeria Sergio Caribé abre a exposição Sentimento e Intensidade da artista plástica Fernanda Meirelles. A mostra é o resultado de cuidadosa e intensa dedicação, dos últimos dois anos, a produção das 20 telas, abstratas, em acrílico que compõe a exposição.

 A exposição atual marca o retorno da artista a sua cidade natal apos ausência de 11 anos do circuito cultural.

Apos testar diversas tendências de estilos e de pinturas, a artista identificou-se com a arte oriental, as obras dos nipo-brasileiros Manabu Mabe, Tomie Ohtake e Fukushima. “Meu trabalho é abstrato gestual”, define a artista. No período de transição de estilos, as figuras femininas foram se diluindo, perdendo linhas, limites, emergindo o abstrato, dando lugar a força de uma colorista que estava lá. As obras, em seu complexo momento de criação, nascem espontaneamente; podem refletir recortes imaginários do cotidiano ou demonstrar a evolução de fragmentos de trabalhos anteriores.

Fernanda Meirelles é uma artista orgânica, que se entrega a seu trabalho fixando, com cores, a emoção na tela. Quando seu mundo se move, vê-se, na pintura de Fernanda Meirelles, o movimento do mundo. Fernanda Meirelles reside na Florida a 12 anos. A forte trama pictórica presente em sua ultima série tem influencia direta de Sunny Isles. Pode-se sentir que sua obra desabrochou com o novo colorido da cidade, onde do nascer ao por-do sol, no imenso azul, tem-se inspiração para criar. 

 

A Artista

Fernanda Meirelles é natural de São Paulo, onde demonstrou seu talento para as artes ainda muito jovem. Aprimorou suas técnicas com o passar dos anos, tornando-se conhecida internacionalmente. Estudou arte em São Paulo com diversos mestres, entre os quais Jacob Klintowitz – Novos Ícones das Artes do Início do século 20; Jaime Yesquenlurita – Desenho e Pintura Modernos; Augusto Medes da Silva – Pintura Clássica e Retratos; Escola Panamericana de Arte – Criação e Ilustração; Flora Del Gallo – Aquarela e Desenho, para citar alguns. Atualmente mora em Sunny Isles, Florida – USA, onde tem seu atelier. Durante quatro anos administrou sua galeria “Fernanda Meirelles Studio” participando ativamente da cena cultural local. Para o futuro breve, Fernanda Meirelles tem como projeto um novo espaço de arte em Miami, FLA. Colabora mensalmente com textos sobre História da Arte, para Florida Review.

 

Exposição – Fernanda Meirelles – “Sentimento e Intensidade” 
estará na Galeria Sergio Caribé até 19 de Novembro de 2009, é cortesia Banco Paulista.
 Local: Rua João Lourenço, 79 – Vl. Nova Conceição, SP Tel.:(11) 3842-5135. Horário 2ª a 6ª feira, das 10 às 18hs. Sábados até as 13hs (exceto feriados) www.galeriasergiocaribe.com.br 

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MONA LISA FAZ 500 ANOS!!

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A Mona Lisa (também conhecida como La Gioconda ou, em francês, La Joconde, ou ainda Mona Lisa del Giocondo) fez 500 anos, é a mais notável e conhecida obra do pintor italiano Leonardo da Vinci. É nesta obra que o artista melhor concebeu a técnica do sfumato.

A tecnica do sfumato é utilizada para retirar as pinceladas aparentes de uma pintura usando verniz de madeira, que corroe a tinta, deixando um gradiente perfeito no local. è praticamente impossivel de perceber pinceladas nas obras de Leonardo da Vinci.

Vale abrir um parentese para lembrar que nosso BRASIL tem praticamente a mesma idade da obra (”descobrimento”).

O quadro apresenta uma mulher com uma expressão introspectiva e um pouco tímida. O seu sorriso restrito é muito sedutor, mesmo que um pouco conservador. Seu corpo representa o padrão de beleza da mulher na época de Leonardo. É impressionante o forte poder de comunicação com o publico que a obra possui, em todos os angulo em que o espectador estiver observando a obra, tense a mesma sensação de ser observado pela Mona Lisa, sem contar o fato de que seu sorriso enigmático expressa alegria, inocencia, sensualidade e cinismo,ou seja, a interpretação da obra irá variar de acordo com o sentimento momentanio e individual de cada expectador.

A obra “Mona Lisa” já foi roubada em 1911, mas foi devolvida dois anos depois, após um italiano ser preso pelo roubo, também já foi ainda atingida por ácido em 1956, por um vândalo e, no mesmo ano, foi danificada por uma pedra atirada por um visitante boliviano, em agosto de 2009 uma mulher atacou a pintura com uma caneca de chá. A russa tirou a xícara da bolsa e jogou sobre a cabeça dos outros visitantes que observavam a tela. O objeto acabou por não causar dano na pintura, que se encontra protegida por vidro à prova de balas. A mulher disse posteriormente à polícia que se sentia frustrada por não ter conseguido obter a nacionalidade francesa.

Este quadro é provavelmente o retrato mais famoso na história da arte, senão, o quadro mais famoso e valioso de todo o mundo. Poucos outros trabalhos de arte são tão controversos, questionados, valiosos, elogiados, comemorados ou reproduzidos.

Leonardo começou o retrato em 1503 e terminou-o três ou quatro anos mais tarde. A pintura a óleo sobre madeira de álamo encontra-se exposta agora no Museu do Luvre, em Paris, e é a maior atracção do museu.

 

Para mais infos sobre o Museu do Louvre, acesse:

http://www.louvre.fr/llv/commun/home.jsp?bmLocale=en

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quarta-feira, setembro 30th, 2009 Em cartaz..., Paris, Pinturas Nenhum Comentário

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